
Todos os postos de atendimento da Fácil estão abertos neste sábado para que os estudantes possam fazer a recarga dos cartões do Passe Livre. O governo fez mais um repasse emergencial de R$ 2 milhões para que os estudantes tenham acesso ao benefício.
Pela manhã, o movimento no posto de atendimento do Setor Comercial Sul foi tranquilo, com espera de, em média, dez minutos para ser atendido. Cenário bem diferente do que o que ocorreu ao longo da semana. O estudante Alberto Brandão utiliza o Passe Livre para ir para faculdade e ficou surpreso com o rápido atendimento. “Eu achei que ia estar uma fila enorme, igual ontem, mas foi tranquilo”, contou.
Lucas tentou recarregar os cartões três vezes nesta semana, mas só conseguiu o benefício neste sábado. “Agora deu certo, carregou, graças a Deus”, disse o estudante. A dúvida agora é se no próximo mês o problema vai se repetir. “Vamos ver o que vai dar para frente, se eu vou conseguir nos próximos meses”, afirmou uma usuária.
O Ministério Público e o Tribunal de Contas consideraram ilegal o contrato entre a empresa Fácil Transporte Integrado e o GDF, feito sem licitação. Além disso, a Fácil é comandada por donos das empresas de ônibus, entre eles: Wagner Canhedo Filho, da Viplan, além de Eduardo Queiroz Alves e Vitor Foresti, da Pioneira e da Viação Planeta. A Fácil também é responsável pela lista dos beneficiários do Passe Livre e sete mil cartões irregulares foram suspensos pelo GDF pois estariam recebendo crédito dobrado.
O governo decidiu fazer uma nova licitação para a administração do Passe Livre, mas isso pode levar três meses. Além de suspender o contrato com a Fácil, o GDF quer aprovar um projeto de lei que modifica as regras para o Passe Livre. O projeto já chegou à Câmara Legislativa. O novo texto prevê que apenas alunos matriculados em escolas públicas tenham direito a gratuidade integral – e a renda da família do estudante não pode ser maior do que R$ 1500.
Pela manhã, o movimento no posto de atendimento do Setor Comercial Sul foi tranquilo, com espera de, em média, dez minutos para ser atendido. Cenário bem diferente do que o que ocorreu ao longo da semana. O estudante Alberto Brandão utiliza o Passe Livre para ir para faculdade e ficou surpreso com o rápido atendimento. “Eu achei que ia estar uma fila enorme, igual ontem, mas foi tranquilo”, contou.
Lucas tentou recarregar os cartões três vezes nesta semana, mas só conseguiu o benefício neste sábado. “Agora deu certo, carregou, graças a Deus”, disse o estudante. A dúvida agora é se no próximo mês o problema vai se repetir. “Vamos ver o que vai dar para frente, se eu vou conseguir nos próximos meses”, afirmou uma usuária.
O Ministério Público e o Tribunal de Contas consideraram ilegal o contrato entre a empresa Fácil Transporte Integrado e o GDF, feito sem licitação. Além disso, a Fácil é comandada por donos das empresas de ônibus, entre eles: Wagner Canhedo Filho, da Viplan, além de Eduardo Queiroz Alves e Vitor Foresti, da Pioneira e da Viação Planeta. A Fácil também é responsável pela lista dos beneficiários do Passe Livre e sete mil cartões irregulares foram suspensos pelo GDF pois estariam recebendo crédito dobrado.
O governo decidiu fazer uma nova licitação para a administração do Passe Livre, mas isso pode levar três meses. Além de suspender o contrato com a Fácil, o GDF quer aprovar um projeto de lei que modifica as regras para o Passe Livre. O projeto já chegou à Câmara Legislativa. O novo texto prevê que apenas alunos matriculados em escolas públicas tenham direito a gratuidade integral – e a renda da família do estudante não pode ser maior do que R$ 1500.
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